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Veras chama a atenção para a ADIN que trata de reajuste de servidores


Foto: Carlos Gandra

A discussão sobre o reajuste das mais de 30 categorias de servidores públicos do Governo do Distrito Federal tem sido pauta de inúmeros debates. Na tarde desta terça-feira (3), o deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT) aproveitou o comunicado de parlamentares para fazer uma análise global a respeito da ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) impetrada pelo Ministério Público no que se refere ao reajuste dos servidores.

Foto: Carlos GandraA discussão sobre o reajuste das mais de 30 categorias de servidores públicos do Governo do Distrito Federal tem sido pauta de inúmeros debates. Na tarde desta terça-feira (3), o deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT) aproveitou o comunicado de parlamentares para fazer uma análise global a respeito da ação direta de inconstitucionalidade (ADIN) impetrada pelo Ministério Público no que se refere ao reajuste dos servidores.

“A análise é simples. Vivemos num mundo globalizado. A economia do Distrito Federal não está desarticulada da economia mundial e, é claro, muito menos da economia nacional. No âmbito mundial, vivemos já uma crise, haja vista o fraco crescimento dos Estados Unidos. O Presidente Barack Obama não consegue recuperar a economia, apesar de as taxas de desemprego terem diminuído levemente. A Grécia está novamente afundada em crise, o que mostra a instabilidade da União Europeia, coisa que se arrasta há quatro anos”, ponderou. “Aqui no Brasil, o Banco Mundial prevê um crescimento negativo, senão zero – isso não é crescimento. Se for mais do que isso, será um crescimento pífio. A economia nacional está estagnada”, completou.

Segundo Veras, no Distrito Federal, não é diferente. “Aqui eu quero lembrar um dado da Codeplan: 93,3% do PIB do Distrito Federal está relacionado ao setor terciário da economia, no qual estão inseridas a prestação de serviço e a administração pública. Ora, os servidores públicos são uma mão de obra gigantesca no Distrito Federal e, de certa forma, é essa mão de obra que sustenta a economia local. Se o servidor público está mal remunerado, ele não compra, se ele não compra, o comércio não vende, logo não contrata, as empresas fecham”, avaliou.

Para o deputado, essa ADI talvez tenha vindo no pior momento, “porque ela vai ratificar e fortalecer o péssimo desempenho da economia do Distrito Federal, que é sustentada pelo funcionalismo público”.

Ele aproveitou para alertar que “se a ADIN for adiante e for aceita pelo Judiciário local, vai sufocar ainda mais o servidor público do Distrito Federal, o que consequentemente sufocará toda a economia local”.
“Deixo o alerta: dias piores virão – isso não é nada interessante”, finalizou Reginaldo Veras.

Novas posturas do BRB – Ainda durante a sessão ordinária de terça-feira (3), o deputado Reginaldo Veras destacou a necessidade do Banco de Brasília (BRB) repensar a função social do órgão.

Dentre as avaliações, o parlamentar afirmou que o banco precisa rever as taxas de juros, bem como a quem destina seus recursos (patrocínios).

“Nos últimos tempos e, principalmente, nos últimos meses, em virtude dos atrasos que tivemos, a impressão que ficou é que o BRB é um banco que funciona como elemento de extorsão do servidor público. A imagem do BRB hoje junto ao funcionalismo público é negativa”, disse. “Então, que ele exerça a sua função social também e principalmente que não siga cem por cento a lógica do mercado, que reveja a natureza dos juros cobrados. Fica aqui esse pedido à nova direção. Que se faça também uma reanálise dos patrocínios a que o banco destina seus recursos. Que sejam patrocínios para o esporte, para questões com função social, porque anda-se patrocinando coisas que até Deus duvida”, finalizou.

Concursados da Policia Civil – O parlamentar também se solidarizou com os aprovados no concurso da Polícia Civil, que estavam presentes na galeria da Casa.

“Eu mesmo já fui, com os concursados, ao diretor da Policia Civil. Muitos foram meus alunos também. Então, é um duplo apoio”, disse. “Quero deixar claro que ainda há algumas centenas de excedentes que não participaram do curso de formação. A minha assessoria jurídica entende que há espaço para que eles façam o curso de formação. O custo, para o Estado, seria menor que abrir outro concurso. Há uma demanda, uma carência de profissionais. Nós até já apresentamos uma indicação à Policia Civil, a fim de que eles sejam também chamados para o curso de formação. Há espaço para todos, e o Estado precisa disso, até porque não há pacto pela vida sem agentes nas ruas”, completou.

Ísis Dantas
Assessoria de Imprensa

Sobre Ísis Dantas

Ísis Dantas
Formada em Comunicação Social/ Habilitação Jornalismo pela Universidade Católica de Brasília em 2004. Trabalha como Assessora de Imprensa na Câmara Legislativa desde 04 de setembro de 2006. Atualmente assessora o deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT), reeleito para seu segundo mandato parlamentar.

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